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  <title>DSpace Community: Universidade Evangélica de Goiás</title>
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  <subtitle>Universidade Evangélica de Goiás</subtitle>
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  <updated>2026-06-27T18:47:59Z</updated>
  <dc:date>2026-06-27T18:47:59Z</dc:date>
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    <title>O nível de conhecimento sobre a amamentação durante o pré-natal de gestantes de  Anápolis - GO</title>
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      <name>Cabral, Ana Clara Brasileiro</name>
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      <name>Marques, Ana Clara Lima</name>
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      <name>Habr, Luana Elias</name>
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      <name>Bonatto, Maria Antônia</name>
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      <name>Pina, Thallita Pereira de</name>
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    <updated>2026-06-23T15:16:15Z</updated>
    <published>2026-06-19T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: O nível de conhecimento sobre a amamentação durante o pré-natal de gestantes de  Anápolis - GO
Authors: Cabral, Ana Clara Brasileiro; Marques, Ana Clara Lima; Habr, Luana Elias; Bonatto, Maria Antônia; Pina, Thallita Pereira de
Abstract: A amamentação é essencial para a saúde materno-infantil, garantindo nutrição adequada, &#xD;
fortalecimento imunológico e vínculo afetivo, além de benefícios maternos como recuperação &#xD;
pós-parto e redução do risco de neoplasias. Entretanto, fatores culturais e falta de informação &#xD;
dificultam sua prática. O pré-natal constitui um momento estratégico para orientação e incentivo ao &#xD;
aleitamento. O estudo teve como objetivo investigar o conhecimento sobre a amamentação durante o &#xD;
pré-natal em gestantes. Trata-se de um estudo observacional transversal realizado em 2025, com 100 &#xD;
gestantes selecionadas por amostragem de conveniência. Os dados foram obtidos por questionário &#xD;
estruturado abordando conhecimentos gerais, técnicas de amamentação e suporte recebido. As &#xD;
participantes apresentaram média de idade de 28,5 ± 4,8 anos, predominando mulheres entre 20 e 29 &#xD;
anos (57%), com ensino superior completo (50%) e renda de até três salários mínimos (33%). &#xD;
Observou-se elevado nível de conhecimento sobre o aleitamento, especialmente quanto à composição &#xD;
e aos benefícios do leite materno e à amamentação exclusiva até os seis meses. No entanto, persistiram &#xD;
lacunas referentes ao manejo prático e mitos culturais, como a do “leite fraco”. A maioria das &#xD;
gestantes (96%) apresentou alto nível de conhecimento, sem diferenças significativas entre os tipos de &#xD;
serviço de saúde. Entretanto, observaram-se associações significativas entre o conhecimento e &#xD;
características individuais, como escolaridade, faixa etária e renda familiar (p &lt; 0,05). Dentre elas, &#xD;
destacaram-se as questões referentes à orientação sobre a extração e o armazenamento do leite &#xD;
materno, ao apoio familiar e/ou profissional recebido, à percepção de pressão para amamentar, ao &#xD;
acesso a orientações sobre o aleitamento, ao desejo de obter mais informações e à contratação de &#xD;
serviços especializados em consultoria de amamentação, todas apresentando relevância estatística (p &lt; &#xD;
0,05). Conclui-se que, embora o conhecimento das gestantes seja satisfatório, ainda há necessidade de &#xD;
reforçar orientações teórico-práticas e estratégias educativas no pré-natal, com atuação &#xD;
multiprofissional que favoreça o aleitamento materno exclusivo e prolongado.</summary>
    <dc:date>2026-06-19T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Efeitos da auriculoterapia na ansiedade de estudantes de medicina</title>
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      <name>Meneses, Anne Gabrielle Silva</name>
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      <name>Paulino, Diogo Marques</name>
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      <name>Silva, Isadora Maria Pina e</name>
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      <name>Fontoura, Julia Ribeiro</name>
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      <name>Moreira, Raíssa Geovana</name>
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      <name>Hamida, Sâmia Dorcino</name>
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    <updated>2026-06-22T20:02:22Z</updated>
    <published>2026-06-19T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Efeitos da auriculoterapia na ansiedade de estudantes de medicina
Authors: Meneses, Anne Gabrielle Silva; Paulino, Diogo Marques; Silva, Isadora Maria Pina e; Fontoura, Julia Ribeiro; Moreira, Raíssa Geovana; Hamida, Sâmia Dorcino
Abstract: A ansiedade é frequente entre estudantes de medicina devido à sobrecarga acadêmica e ao &#xD;
estresse clínico, afetando seu desempenho e bem-estar. Neste contexto, a auriculoterapia surge &#xD;
como uma alternativa terapêutica eficaz. Este estudo avaliou a eficácia da técnica na redução &#xD;
dos sintomas de ansiedade em 108 acadêmicos (1º ao 8º período), divididos aleatoriamente em &#xD;
grupos controle e experimental. A metodologia consistiu em um ensaio experimental e &#xD;
longitudinal, com oito sessões semanais utilizando agulhas semipermanentes nos pontos &#xD;
Shenmen, Simpático, Subcórtex, Coração, Ansiedade e Suprarrenal. A mensuração ocorreu via &#xD;
Inventário de Ansiedade de Beck (BAI) em três momentos: inicial, quatro e oito semanas. Os &#xD;
resultados apontaram uma redução estatisticamente significativa dos níveis de ansiedade no &#xD;
grupo intervenção, com médias de BAI caindo de 19,3 ± 6,2 para 11,4 ± 4,6 (p &lt; 0,001). Além &#xD;
da queda numérica, houve melhora expressiva em sintomas específicos como incapacidade de &#xD;
relaxar, nervosismo, medo do pior e palpitações cardíacas, enquanto o grupo controle manteve &#xD;
escores estáveis. Tais resultados fundamentam-se na fisiopatologia da estimulação auricular, &#xD;
que atua via sistema nervoso central ao ativar ramos dos nervos vago e trigêmeo. Esse estímulo &#xD;
modula o sistema límbico e o eixo hipotálamo-hipófise-adrenal, reduzindo os níveis de cortisol &#xD;
e estimulando a liberação de neurotransmissores como endorfina, serotonina e dopamina. Esse &#xD;
mecanismo promove o equilíbrio do sistema nervoso autônomo, resultando em relaxamento &#xD;
muscular e estabilidade emocional de forma rápida e cumulativa. Portanto, conclui-se que a &#xD;
auriculoterapia é uma intervenção segura, de baixo custo e altamente eficaz, consolidando-se &#xD;
como uma estratégia viável para mitigar os impactos psíquicos da rigorosa formação médica e &#xD;
promover a saúde mental dos estudantes.</summary>
    <dc:date>2026-06-19T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>SUS em foco: o conhecimento dos estudantes de medicina de uma faculdade privada do  Estado de Goiás sobre os níveis de atenção à saúde</title>
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    <author>
      <name>Lucio, Anabela Limma</name>
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      <name>Rodrigues, Bruna Moretson de Sousa</name>
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    <author>
      <name>Silva, Heitor Forlan</name>
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      <name>Andrade, Laura Marques</name>
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    <author>
      <name>Chaves, Victor Almeida</name>
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    <id>http://repositorio.aee.edu.br/handle/aee/23702</id>
    <updated>2026-06-22T19:57:54Z</updated>
    <published>2026-06-19T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: SUS em foco: o conhecimento dos estudantes de medicina de uma faculdade privada do  Estado de Goiás sobre os níveis de atenção à saúde
Authors: Lucio, Anabela Limma; Rodrigues, Bruna Moretson de Sousa; Silva, Heitor Forlan; Andrade, Laura Marques; Chaves, Victor Almeida
Abstract: O Sistema Único de Saúde (SUS), fundado em 1988, busca garantir acesso universal à saúde &#xD;
no Brasil, estruturado em três níveis de atenção: primário, secundário e terciário1. O nível &#xD;
primário é representado pelas Unidades Básicas de Saúde (UBS) e se concentra na prevenção &#xD;
e cuidados de rotina. O secundário envolve atendimentos de média complexidade, como os &#xD;
realizados em UPAs e ambulatórios, enquanto o terciário abrange serviços de alta &#xD;
complexidade, como UTIs e centros cirúrgicos2,3,4. Este estudo tem como objetivo avaliar o &#xD;
conhecimento dos estudantes de uma faculdade privada do estado de Goiás sobre os diferentes &#xD;
níveis de atenção do Sistema Único de Saúde (SUS). A pesquisa foi realizada em Anápolis-GO &#xD;
e adotou um método observacional, transversal, quantitativo e analítico. A amostra incluiu os &#xD;
estudantes do curso de medicina, subdividindo-os de acordo com a etapa de graduação. Foram &#xD;
coletados dados apenas de universitários maiores de 18 anos, regularmente matriculados e que &#xD;
aceitaram participar da pesquisa mediante assinatura do TCLE. A amostra foi definida por &#xD;
conveniência e se deu por no mínimo 40 alunos de cada ciclo (básico, clínico e internato). Os &#xD;
dados coletados foram analisados estatisticamente. Este estudo cumpre as diretrizes éticas de &#xD;
anonimato e privacidade, e incluiu a distribuição de uma cartilha educativa sobre o fluxo do &#xD;
SUS. Observou-se observado um bom desempenho global pelos estudantes no que tange aos &#xD;
níveis de atenção do SUS, porém, foram verificadas lacunas importantes, sobretudo na atenção &#xD;
secundária e terciária. Além disso, apesar de um ganho expressivo no conhecimento sobre o &#xD;
tema ao longo da graduação, o internato não apresentou ganhos adicionais quando comparado &#xD;
ao ciclo clínico. Na discussão, diversos estudos corroboraram os achados do presente estudo, &#xD;
reforçando que o modelo de ensino em espiral é benéfico para o aprendizado sobre os princípios &#xD;
do SUS e Atenção Primária em todos os ciclos do curso. Porém, no que tange aos demais níveis &#xD;
de atenção, outras análises demonstraram que há uma lacuna de conhecimento, reforçada pela &#xD;
menor acesso à teoria sobre essa temática, sobretudo no ciclo clínico e internato, somado ao &#xD;
menor interesse em conteúdos teóricos nessas etapas do curso. Dessa forma, foi possível &#xD;
identificar falhas no entendimento sobre os níveis de atenção do SUS por parte dos estudantes &#xD;
e contribuir através da cartilha para o aprimoramento desse conhecimento.</summary>
    <dc:date>2026-06-19T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>SOROPREVALÊNCIADE INFECÇÕESTRANSMISSÍVEISEMDOADORESDE SANGUENOHEMOCENTRODEANÁPOLIS-GOIÁS</title>
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    <author>
      <name>Abrão, André Vilela de Jesus</name>
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      <name>Barra, Carolyne Dias</name>
    </author>
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      <name>Lopes, Henrique de Freitas</name>
    </author>
    <author>
      <name>Carvalho, Maria Clara Batista Hipólito de</name>
    </author>
    <author>
      <name>Almeida, Mellk David Oliveira</name>
    </author>
    <id>http://repositorio.aee.edu.br/handle/aee/23701</id>
    <updated>2026-06-22T18:16:21Z</updated>
    <published>2026-06-19T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: SOROPREVALÊNCIADE INFECÇÕESTRANSMISSÍVEISEMDOADORESDE SANGUENOHEMOCENTRODEANÁPOLIS-GOIÁS
Authors: Abrão, André Vilela de Jesus; Barra, Carolyne Dias; Lopes, Henrique de Freitas; Carvalho, Maria Clara Batista Hipólito de; Almeida, Mellk David Oliveira
Abstract: A doação de sangue desempenha papel essencial na manutenção da assistência hemoterápica&#xD;
e na segurança transfusional. O presente estudo teve como objetivo analisar a frequência de&#xD;
reatividade sorológica para infecções transmissíveis em doadores de sangue atendidos no&#xD;
Hemocentro de Anápolis-GO, no período de 2019 a 2024, além de investigar características&#xD;
epidemiológicas associadas. Trata-se de um estudo observacional, retrospectivo e descritivo,&#xD;
realizado a partir da avaliação de registros eletrônicos de doações de sangue. Foram incluídas&#xD;
doações com resultados reagentes para sífilis, HIV, hepatites B e C, HTLV e doença de Chagas,&#xD;
sendo excluídos registros incompletos ou com resultados inconclusivos. As variáveis analisadas&#xD;
incluíram sexo, faixa etária, ocupação e tipo de doador (primeira doação ou doador regular).&#xD;
Os dados foram analisados por estatística descritiva e inferencial, utilizando o teste do qui&#xD;
quadrado de Pearson, adotando-se nível de significância de 5% (p &lt; 0,05). Foram analisados&#xD;
53.953 registros de doações, dos quais 792 apresentaram reatividade sorológica (1,47%).&#xD;
Observou-se predominância do sexo masculino (67%), da faixa etária de 25 a 34 anos (30,4%)&#xD;
e de indivíduos vinculados ao setor de comércio, indústria e empresariado (45,5%). A sífilis&#xD;
constituiu a principal causa de inaptidão sorológica, correspondendo a 51,6% dos casos&#xD;
reagentes, com maior frequência entre doadores regulares (60%). A hepatite B representou&#xD;
32,6% das reatividades, concentrando-se principalmente em indivíduos entre 45 e 59 anos,&#xD;
padrão semelhante ao observado para hepatite C. O HIV correspondeu a 8,1% dos casos&#xD;
reagentes, com maior frequência entre homens jovens e maior número de registros em 2020.&#xD;
Houve associação estatisticamente significativa entre reatividade sorológica e variáveis como&#xD;
sexo, faixa etária, ocupação e tipo de doador (p&lt;0,001). Os achados demonstram predominância&#xD;
da sífilis entre as causas de descarte sorológico de bolsas de sangue e evidenciam diferenças no&#xD;
perfil epidemiológico conforme características sociodemográficas dos doadores. Os resultados&#xD;
reforçam a importância da manutenção de estratégias contínuas de triagem sorológica,&#xD;
vigilância epidemiológica e educação em saúde, contribuindo para o fortalecimento da&#xD;
segurança transfusional e do monitoramento das infecções transmissíveis no contexto&#xD;
hemoterápico local.</summary>
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